Pandemia em alta, prefeito em baixa

Incompetência e desinteresse: Prefeito de Manaus culpa a outros por suas falhas.

O Prefeito de Manaus, Arthur Virgílio fez um pedido de ajuda a 21 países, incluindo Portugal, mas ainda não teve respostas. “Estamos a ver uma luzinha ao fundo do túnel em Manaus. Os números vão caindo, mas o interior do Estado está uma lástima”, disse, considerando “grave e humilhante” para o Brasil a morte de indígenas.

Arthur Virgílio Neto, prefeito de Manaus

Arthur responsabilizou o Presidente Jair Bolsonaro, e o seu discurso “mal-intencionado e de ‘adolescente”, pela situação atual que o Brasil enfrenta diante da pandemia de covid-19. “Primeiramente, falhou o discurso do Presidente, que ficou entre um discurso mal-intencionado e um discurso de um adolescente, como se fosse uma pessoa de 17 anos de idade. Um bom gestor deve preferir sempre o desagradável para evitar o desastroso. O gestor leviano prefere o agradável, e depois tenta arranjar desculpas para o desastroso”, afirmou Arthur.

Arthur responsabilizou o Presidente Jair Bolsonaro

É interessante ver como se diz no dito popular “o sujo falando do mal lavado”. Arthur fala em relação ao Presidente Bolsonaro, exatamente aquilo que ele faz e a forma como se comporta a frente do governo municipal e a situação calamitosa por que passa o mundo, e em particular, o Estado do Amazonas. Cita indiretamente ainda, o outro tão igualmente irresponsável, Governador Wilson Lima. “No Brasil, falhou a presença do líder, que não falhou em Portugal, e que de alguma maneira se recuperou em Inglaterra e se tenta recuperar nos Estados Unidos da América, depois de muita coisa ruim já acontecida”, disse Arthur.

Bolsonaro classificou de “absurdas” as medidas de isolamento social, adotadas pelos governadores do país para conter o avanço da pandemia e o fato de ter vindo a apelar, diariamente, à reabertura da economia.
A postura do chefe de Estado em relação à pandemia levou o prefeito de Manaus, cidade amazónica que há semanas sofreu um colapso no seu sistema de saúde, a enviar um pedido de ajuda a 21 países, incluindo a Portugal, num vídeo endereçado ao primeiro-ministro, António Costa.

Em cartas e vídeos encaminhados às embaixadas no início do mês, Virgílio relatou os esforços da gestão municipal para conter o avanço do novo coronavírus e ressaltou o papel histórico do povo da região da Amazónia na preservação desta que é a maior floresta tropical do mundo. “Dirigi-me aos 21 países porque precisamos de medicamentos, de equipamentos de proteção individual, precisamos muito de um ou dois tomógrafos para colocarmos em locais estratégicos, para facilitarmos o diagnóstico da doença. Qualquer ajuda é bem-vinda. Por exemplo, a Bélgica ajudou-nos com cestas básicas alimentos e produtos de higiene pessoal. Há uma população desempregada grande, e vai ajudar”, explicou Arthur
Virgílio.

O Prefeito aumentou sua cota de mentiras e ameaçou como citamos em matéria anterior, o Presidente da França, como se estivesse se referindo a um comparsa. “O Presidente Macron não pode ter um determinado discurso e uma prática diferente, e eu vou dizer isso à imprensa francesa: ou irei agradecer a sua sensibilidade (caso a ajuda se concretize) ou dizer que, infelizmente, estou a lidar com uma pessoa que se mostra um defensor da Amazónia, mas, na prática, na hora de socorrer o povo que está em perigo, está a custar em manifestar-se. Ninguém entrou ainda em contato comigo”, concluiu.

Arthur calado é um poeta. Falar a uma agencia de noticias de Portugal de forma desrespeitosa como o povo de Manaus, ao dizer que a Bélgica enviou material de higiene e cestas básicas para ajudar o povo miserável de Manaus é um crime contra a honra da população e de lesa a pátria ao referir-se ao Brasil, ao Amazonas e a Manaus de forma pejorativa, tratando de miseráveis e pobres coitados, culpando o Presidente da República e o Governador, além de fazer chantagem indireta contra o presidente da França. Não minta para o mundo usando o nome de Manaus senhor Prefeito. Isso é estelionato.

Por fim, Arthur não está e nunca esteve preparado para ser Prefeito de Manaus e neste momento em que a população de Manaus precisa de um líder como o próprio Arthur cita, não temos um líder na prefeitura mas um senil com discurso “mal-intencionado e de ‘adolescente”, pela situação atual que o Manaus enfrenta diante pandemia de covid-19. “Primeiramente, falhou o discurso do Presidente, que ficou entre um discurso mal-intencionado e um discurso de um adolescente, como se fosse uma pessoa de 17 anos de idade, seguido de igual ou pior discurso de Arthur. Um bom gestor deve preferir sempre o desagradável para evitar o desastroso. O gestor leviano prefere o agradável, e depois tenta arranjar desculpas para o desastroso”, assim é Arthur.

Até o fechamento dessa matéria, o Brasil totalizava 18.859 óbitos e 291,579 mil pessoas diagnosticados com covid-19 desde o início da pandemia.

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